segunda-feira, 29 de junho de 2009

Explicação BÁSICA e INFORMAL de como funciona o sistema de Tv Digital:


-O que é TV Digital via Satélite?
R: É um sistema de transmissão igual ao usado pela TVs por assinatura (ex: SKY e DirecTV). A principal vantagem do sistema Digital (DVB - Digital Vídeo Broadcasting - MPEG-2), é a qualidade da imagem, livre de chuviscos. Nesse sistema, a imagem e som do canal entra ou não entra. Porém, quando o sinal de transmissão é fraco, a imagem “quadricula” ou “congela”, e o som fica “engasgando”. No Brasil, atualmente, o sinal mais utilizado pelas parabólicas domésticas é o analógico. Porém, o Brasil é um dos únicos paises do mundo que ainda usa este sistema. As demais emissoras dos outros paises já transmitem nos satélites de forma Digital.

-É preciso pagar mensalidades ou usar “cartão pré-pago” para assistir estes canais?
Não. Esses canais transmitem com sinal aberto (FTA – Free To Air). Portanto, basta ter um simples receptor compatível com recepção digital (DVB - MPEG-2)para assistir esses canais sem custo.
-O que é canal codificado?
É um canal bloqueado, que não pode ser sintonizado por receptores digitais comuns. É o caso das operadores de Tv por assinatura, como SKY por exemplo. Porém, existem algumas emissoras que codificam seu sinal sem motivo aparente, outras ficam abrindo e fechando o sinal, e outras sempre mantém o sinal Aberto. -Como desbloquear canais codificados? Isso é algo ilícito, se tratando de Pirataria e é um assunto que não diz respeito á este fórum.

-O que é receptor POWERVU? (por Marcos Benni)
Os receptores POWERVU só recebem canais codificados nesse sistema se tiverem autorização da programadora (canal de tv), do contrário esse receptor serve apenas para receber canais digitais como qualquer outro receptor digital. Comprar um receptor POWERVU, DIGICIPHER 2, NAGRAVISIOM, CONAX, IRDETO, VIDEOGUARD, BETACRIPTY, etc... não quer dizer que você vai abrir canais nesses sistemas. Para poder ver canais codificados, precisa de um cartão fornecido pelo programador (canal de tv) ou o código de acesso, Id de equipamento, numero da nota fiscal, etc...do receptor (nesse caso Powervu e Digicipher 2). POWERVU é um dos sistemas mais confiáveis de codificação do mercado (os canais do governo Americano utilizam POWERVU ). Cuidado com golpistas: http://www.brasilsatdigital.com.br./noticias/index.php?id=5

-Quais Antenas servem para captar sinais Digitais?
Qualquer antena. No entanto, existem diversos modelos, cada um com sua finalidade. Veja as mais comuns:






As Antenas de Tela, Ponto Focal, comumente usadas, são adequadas para receber sinais Analógicos e Digitais na Banda C. (acima)





Antenas Fechadas Ponto Focal (acima de 1.50mts - de chapa ou fibra) são adequadas para Sinais Digitais na Banda C e Banda KU. (acima)



Antenas Fechadas (Off-Set) de 90cm, 60cm ou 45cm (tipo SKY) São adequadas para Sinais em Banda KU.(acima)

-O que é “Banda C” e “Banda Ku” ?
São determinadas faixas de freqüência que existem e são comumente utilizadas em alguns satélites para transmissão de sinais de TV: Banda C: 3.7 á 4.2 Ghz (Antenas Grandes de Tela ou Fechadas) Banda Ku: 10.7 á 12Ghz (Antenas fechadas) Para cada “Banda” existe um LNBF próprio. Atualmente, a maioria dos canais Digitais Abertos (FTA) estão em Banda C.

-O que é LNBF?
É uma peça (foto ao lado) que fica na ponta de uma haste no centro da antena. Ela serve para captar o sinal enviado pelo satélite, que através do LNBF é enviado para o receptor.
Existem vários tipos de LNBF, os mais comuns são:

LNBF para Banda C:

-Monoponto: Suporta apenas um receptor (Só uma Televisão)
-Multiponto: Suporta vários receptores (para 1 ou mais Televisores)
-Dual Monoponto Suporta 2,3 ou 4 Receptores, dependendo da quantidade de saídas no LNBF. Ainda, existe um modelo chamado LNB Polar-Rotor (Ou Servo-Motor) que é apenas para uma TV. Esse modelo de LNB está em desuso. A maioria dos receptores digitais só funcionam com LNBF.
-Existe também, um LNBF chamado de LNBF Turbinado, que serve para captar todo tipo de transmissão que existem nos satélites de Banda C ( Veja abaixo, * O que é Polarização).

LNBF para Banda Ku:
-LNBF Ku Off-Set Suporta apenas um receptor (Só uma Televisão). É utilizado em Antenas off-set.
-Ku Off-Set 'Twin' Suporta 2,3 ou 4 Receptores, dependendo da quantidade de saídas no LNBF. É utilizado em Antenas off-set.
-Ku Ponto Focal Suporta apenas um receptor (Só uma Televisão). É utilizado em Antenas Ponto Focal.
-Ku Ponto Focal 'Twin' Suporta 2,3 ou 4 Receptores, dependendo da quantidade de saídas no LNBF. É utilizado em Antenas Ponto Focal. Ainda, esses LNBFs Ku podem trabalhar em faixas de frequência limitadas. Geralmente se usa LNBF Ku Universal, para todas faixas de frequências.
Também existe LNBFs que combinam Banda C e Banda Ku.
-Qual é a antena mais indicada pra Banda C?
Isso depende da relação custo-benefício-interesse. Depende dos satélites que vai captar, quais emissoras, etc. Porém pra Banda C, considero ideal no mínimo uma antena telada de 2.40mts. Com uma antena dessas, é possível captar tranqüilamente 90% de todos os canais digitais disponíveis em todos os satélites (Região Sul e Sudeste). No entanto, quanto maior a antena, melhor. As antenas fechadas, para Banda C, são geralmente de 1.50mts, que equivale, no máximo, a uma antena telada de 2.10Mts. No entanto,uma antena telada de 1.70mts, já é suficiente para captar vários canais, mas sempre o ideal é “quanto maior, melhor".
-Afinal de contas, o que é um satélite? Como Funciona?
Os satélites para transmissão de televisão são Geoestácionarios, isso quer dizer que eles ficam “parados” com relação a uma antena que está na superfície. Na verdade, os satélites Geoestácionários estão se movendo na mesma velocidade da rotação da Terra. Todos os satélites de televisão estão sobre a linha do Equador, a uma altitude de 36 mil Km. Eles estão enfileirados, um do lado do outro. A grosso modo, o satélite serve como “repetidor ou refletor” onde sua função é receber o sinal eletromagnético enviado por uma antena que está na superfície (no caso a emissora de televisão). Esse sinal é recebido pelo satélite e é refletido novamente para a superfície da Terra, cobrindo uma grande área, como toda a América. Um exemplo prático: Uma emissora de TV da Venezuela (Venevision) envia seu sinal para o satélite denominado NSS 806, que por sua vez “reflete” o sinal para todo o Continente Americano. Isso significa que qualquer antena parabólica em qualquer cidade da América pode captar esse sinal. Na imagem abaixo, um exemplo da área de cobertura (Banda C) do satélite NSS 806. Da-se o nome de “Footprint” a área de cobertura de um satélite. Conforme mais “escuro” é a imagem, maior é a “potencia” (dBW) do sinal que chega na Terra.
No entanto, existem em órbita da Terra diversos satélites, com as mais variadas áreas de Cobertura (Footprint). Existem satélites que podem ser captados com facilidade em São Paulo, porém o mesmo satélite não é possível sintonizar em Fortaleza, e tem difícil recepção em Campo Grande. Portanto, é sempre importante observar a cobertura do satélite na sua região e o tamanho de sua antena, antes de tentar sintonizá-lo, além de sua forma de POLARIZAÇÃO
*O que é Polarização?
É a posição que o sinal transmitido pelo satélite vai chegar a terra. Existem quatro tipos de Polarização: Horizontal (H) / Vertical (V) e Direita (R.) / Esquerda (L). As Polarizações Horizontal / Vertical, existe apenas nos satélites que transmitem em LINEAR, já as polarizações Direita / Esquerda, só existe nos satélites que transmitem em modo CIRCULAR.
-Como é o Receptor Digital? Como Funciona?
O receptor Digital é um aparelho fisicamente parecido com os receptores normais (analógicos) de antena parabólica. No entanto, ele é fabricado para converter sinais digitais de televisão DVB-MPEG-2 em sinais de áudio e vídeo, próprios para TV. Receptores Analógicos NÃO servem para sintonizar canais Digitais, da mesma forma receptores Digitais NÃO servem para sintonizar canais Analógicos, exeto alguns modelos ‘híbridos’ recentemente lançados no mercado. Basicamente, o receptor (seja p/ Digital ou Analógico) funciona da seguinte forma: O sinal é recebido pela antena (mais precisamente o LNBF) que transforma esse sinal em uma freqüência mais baixa e envia para o receptor através de um cabo (cabo coaxial). O receptor recebe estes sinais e o converte em áudio e vídeo, e envia para a TV através das saídas iguais as existentes em vídeos-cassete ou videogame. (saídas com cabo coaxial ou saídas auxiliares, de áudio e vídeo). Nos receptores Digitais, existem programas (software) e, cada marca e modelo tem um software diferente. Como essa é uma tecnologia em desenvolvimento, ainda existem alguns problemas, como “bugs” e algumas limitações que podem surgir. É como um computador: Vira e mexe dá problema, e é sempre bom estar atualizado, para a correção desses erros ou “bugs”. Calma, não se assuste. Geralmente, esses problemas são pequenos e podem ser eliminados ou minimizados com novos softwares de atualização para o receptor, que contem correções para esse problemas. Receptores Digitais para sintonia de canais que transmitem via satélite no padrão DVB MPEG-2 com sinal aberto (FTA), ainda são novidades no Brasil, pouco conhecido pelas pessoas que geralmente conhecem apenas o sistema Analógico no BrasilSat B4. Porém, TV Digital já é realidade e o futuro é esse! Portanto, o investimento num receptor Digital é mais viável que em um Analógico. Atualmente já existem duas empresas que fabricam modelos que suportam os dois sistemas: Analógico e Digital em um só aparelho, conhecidos por ANA/DIG. Com esses aparelhos, é possível captar os canais convencionais analógicos no satélite BrasilSat B1, e outros digitais disponíveis em dezenas de satélites que tem cobertura no Brasil. Também, existem modelos conhecidos por “Busca Cega” no qual basta a antena estar apontada para um satélite, e o receptor irá fazer uma busca automática e memorizar todas as freqüências que estão ativas no satélite que a antena estiver apontada. Existem as mais variadas marcas e modelos no comércio, com os mais variados recursos e preços.
*Parâmetros básicos de programação dos Receptores Digitais:
Praticamente todos os Receptores Digitais, necessitam de algumas informações básicas para serem editadas ou acrescentadas para sintonizar uma determinada emissora. Existem aparelhos mais modernos e importados que são chamados de “Busca cega”, isso porquê não precisam que o usuário faça inserção manual para sintonia. Eles fazem tudo sozinho... Os Receptores Digitais ‘domésticos’ são acompanhados de manuais de instrução que explicam claramente como proceder para sintonizar as emissoras.

No entanto, veja abaixo quais são os recursos presentes em qualquer receptor digital: FREQUÊNCIA: São os dados numéricos em Megahertz (Mhz) que servem para sintonia de determinada emissora. É uma informação básica, que necessita inserção manual.
POLARIDADE: É a posição que o sinal transmitido pelo satélite vai chegar a terra. Existem quatro tipos de Polarização: Horizontal (H) / Vertical (V) e Direita (R.) / Esquerda (L). É uma informação básica. Necessita inserção manual. *Veja o que é Polarização em “-Afinal de contas, o que é um satélite? Como Funciona?”
SIMBOL RATE (SR): É um parâmetro básico, com dados numéricos em KSPS, fundamental para a sintonia de determinada emissora. Informação básica. Necessita inserção manual. FEC: é outro dado importante, porém basta deixar como “AUTO” no receptor, não necessitado inserção manual.
PIDs: Os PIDs são subdivididos em Vídeo PID, Áudio PID e PCR PID. São dados numéricos atribuídos ao sinal de vídeo, áudio e outras informações. Geralmente, não requer inserção manual, bastando deixar no modo “AUTO”. Portanto, as informações de FREQUENCIA, POLARIDADE e Simbol Rate (SR) são BÁSICAS para a sintonia de uma ou mais emissora.
Veja os Exemplos abaixo, primeiro de uma emissora, no caso a TV Paraguaia Telefuturo, no satélite PAS1R que transmite na Banda C em modo LINEAR:
3759 V - SR 2941
Onde, 3759 é a Freqüência, V (Vertical) é a Polarização e o Simbol Rate (SR) é 2941

Outro Exemplo, no caso as TVs Bolivianas ATB e Red UNO, no satélite NSS7, que transmite em Banda C no modo CIRCULAR:
3761 R - SR 22650
Onde, 3761 é a Freqüência, R (Direita) é a Polarização e o Simbol Rate (SR) é 22650
Nesse último caso, essas emissoras transmitem na mesma freqüência, polaridade e SR, porém são diferentes os dados de PIDs, que são encontrados automaticamente pelo receptor. Quando mais de uma emissora transmite em uma mesma freqüência, essa freqüência é chamada de “MUX”.

-Como apontar a antena para um determinado satélite?
Passo 1: Procure saber se o satélite pretendido (e as emissoras) tem cobertura (footprint) na sua Região;
Passo 2: Informe-se qual é a freqüência mais forte;
Passo 3: Verifique se a Freqüência da emissora pretendida está aberta (FTA), e se tem sinal forte suficiente para ser captado pela sua antena;
Passo 4: Verifique se é Banda C ou KU (se sua antena é adequada);
Passo 5: Qual é a Polarização do Satélite (Linear ou Circular);
Passo 6: Procure saber, se possível, se alguém da sua região já captou o satélite pretendido, em especial as freqüências desejadas.
Feito isso, o próximo passo é ‘botar a mão na massa’ e partir para o apontamento da antena. Para apontar a antena, você deve ter em mãos as seguintes informações:
-Posição orbital do satélite.
-Qual é a elevação e azimute da antena na sua cidade para determinado satélite.
A Posição Orbital nada mais é que a localização geográfica em que se encontram os satélites sobre a linha do Equador.
Veja: O Satélite BrasilSat B4 tem posição orbital de 70º W, e o Hispasat tem Posição Orbital de 30ºW. Quanto menor é os graus de posição orbital de um satélite, a antena irá ficar apontada “mais pra baixo” e mais a “Leste”, e quanto maior for os graus de posição orbital de um satélite, a antena irá ficar apontada “mais pra baixo” e na direção “Oeste”. Esse movimento Direita-Esquerda (Leste-Oeste) da antena se chama Azimute, e o movimento “mais pra cima” e “mais pra baixo” se chama Elevação. A elevação da antena só fica “mais pra cima” quanto mais próximo à antena fica apontada para o Norte. A elevação da antena (movimento vertical, apontar mais pra cima ou mais pra baixo) são dados calculados em graus (º), e o azimute (movimento Horizontal, para a direita ou esquerda) calculados em graus (°) varia de uma cidade para outra, devido a posição geográfica da sua localização (latitude e longitude) em relação com a posição orbital dos satélites. Isso quer dizer que, por exemplo, uma antena que está apontada em São Paulo para o Satélite NSS 806 não terá a mesma posição de uma antena que está em Fortaleza, apontada para o mesmo satélite. Portanto, para saber os graus de elevação e azimute da sua antena para determinado satélite, é necessário saber os dados de Latitude e Longitude da sua cidade, e a posição orbital do satélite. Feito isso, é necessário fazer um cálculo, no qual os receptores geralmente tem esse recurso, explicando como proceder nos respectivos manuais.

* O Inclinômetro: O inclinômetro é um instrumento muito útil que facilita a localização de um satélite. Ele serve para ajustar com precisão os graus de elevação da antena.

Veja: O inclinômetro nada mais é que um transferidor escolar de 0° a 180°, onde no ‘ponto zero’ ou ‘centro’ dele é colocada a ponta de uma linha (como de costura) e na outra pontada linha é colocado um peso (como uma porca por exemplo). A parte ‘reta’ do inclinômetro deve ser apoiada na base da parábola (veja a imagem ao lado).








Aí, basta ajustar a elevação da antena de acordo com os graus de elevação para o satélite pretendido. Um exemplo: Aqui na minha cidade, a elevação do INTELSAT 1R é de 62,8°. Pois bem, basta eu apoiar o inclinômetro na base plana da parábola (veja a imagem acima) ir levantando ou abaixando a antena, até que a linha do inclinômetro fique paralela com o “risquinho” de 63º do transferidor (imagem abaixo).



Pronto! Agora é só travar as porcas que a elevação do INTELSAT 1R já está ajustada, faltando apenas o Azimute. Já ajustada a elevação, para saber em que posição (azimute) a antena deve ficar, o uso de uma bússola auxilia, pois os graus de azimute são de acordo com o Pólo Norte da Terra. Exemplo: Um satélite tem azimute numa cidade de 15°, significa que a antena irá ficar apontada a + ou - 15º a DIREITA do Norte indicado pelo ponteiro de uma Bússola. Já um satélite com 340º de azimute, ficara 20º á ESQUERDA do Norte indicado pelo ponteiro de uma Bússola (360º - 340º = 20°). É bem simples, veja a imagem abaixo:












Porém, se você não tiver uma Bússola, também não é difícil fazer o apontamento, pois o fundamental é o ajuste de Elevação, que pode ser feito com precisão usando o inclinômetro. Para achar o Azimute de um satélite sem a Bússola, basta ir virando a antena, lembre-se que quanto menor for os Graus da posição orbital de um satélite, mais para o lado Leste (á direita do Pólo Norte) a antena deve ser virada, e quanto maior for os Graus da posição orbital de um satélite, mais para o lado Oeste (á esquerda do Pólo Norte) a antena deve ser virada. Exemplo: O satélite BrasilSat B3 está na posição orbital de 84ºW, e o satélite NSS7 está na posição de 22°W. Sendo assim, significa que o BrasilSat B3 está á Esquerda (mais para oeste) do Pólo Norte, e o NSS7, está á Direita (mais para Leste) do Pólo Norte. Satélites que estão na posição orbital entre 40° e 50º (como o INTELSAT 1R e NSS806) a antena fica praticamente com o azimute apontado para o Pólo Norte. Durante o apontamento, se possível, veja no televisor o momento em que as barras que indicam quando um sinal está sendo captado. Procure sempre tentar sintonizar a freqüência de um canal forte, o que facilita o apontamento. Assim que notar que as barras de sinal “derem sinal de vida”, comece a fazer movimentos suaves com a antena, (ajuste fino) até conseguir o melhor sinal. Depois, trave a antena. Dica: Sempre que localizar pela primeira vez um satélite, faça uma marcação no cano e na base móvel da antena, para que se futuramente mudar de satélite e quiser voltar no mesmo, basta recolocar a antena no mesmo azimute (mesmas marcações) que foram feitas quando apontou para este satélite anteriormente, facilitando bastante futuras trocas de um satélite para outro, como no exemplo na foto abaixo:




Na parte móvel, faça apenas uma marcação que será a referência, e no 'poste' faca uma marcação correspondente a marcação feita na base móvel para cada posição da antena no respectivo satélite.




* Ajuste do LNBF: Assim como a antena, o LNBF varia de posição de acordo com a posição orbital dos satélites. A posição Do LNBF é definida comparando-se com a de ponteiros de um relógio. Por exemplo:





A maioria das antenas domésticas, estão apontadas para o BrasilSat B4, que está na posição orbital de 70°. Os LNBFs (Banda C) para este satélite, ficam na posição 6 horas,visto e LNBF pela frente da Antena (imagem ao lado).






Já a mesma antena, apontada para o satélite INTELSAT 1R que está á 45º, o ajuste do LNBF irá ficar + ou – na posição 4 horas (imagem ao lado).









E o satélite BrasilSat B3, que está na posição orbital 84°, o ajuste do LNBF irá ficar + ou – na posição 8 horas (imagem ao lado).



Ou seja, quanto menor (em média 70º) for a posição orbital de um satélite, o LNBF irá ficar numa posição inferior á 6 horas, e quanto maior for a posição orbital do satélite (em média acima de 70°) a posição será superior á 6 horas.
* Polarização Circular: Modificando o LNBF ATENÇÃO: Veja o que é Polarização em “-Afinal de contas, o que é um satélite? Como Funciona?” Os LNBFs comercializados no Brasil, são próprios para captar sinais dos satélites com Polarização Linear. Apenas alguns LNBFs conhecidos por Turbinados, são compatíveis com as duas polarizações que existem: Linear e Circular. A maioria dos satélites transmitem sinais de forma Linear, no entanto, alguns satélites como o NSS806 e NSS7 transmitem de forma Circular. Para captar sinais destes satélites com LNBF Linear, é necessário a utilização de uma peça chamada “Placa Dielétrica”, também conhecida por Placa de Teflon ou Placa de Polarização Circular. Basta colocar a placa no LNBF, que já tem um compartimento (tipo uma gaveta) própria para isso. No entanto, é possivel de fazer a placa despolarizadora de diversos materiais isolantes como um pedaço de Cerâmica, Ardósia, etc.


Edição e Pesquisa: GotardI – Jundiaí/SP - Brasil. Fontes de informação, créditos de imagens e links:
http://www.brasilsatdigital.com.br/ – (site e fórum BrasilSat/2Jovem) http://br.geocities.com/fta_banda_c– (Cleber Lucena)

sábado, 20 de junho de 2009

DVB-S x DVB-S2 / MPEG2 x MPEG4

Muitos estão preocupados com a evolução do DVB-S para DVB-S2, pois investiram muito dinheiro recentemente comprando um ou mais receptores DVB-S / MPEG2, saiba agora o que está acontecendo com os canais e como será essa mudança tecnológica:
DVB-S2 é um sistema de transmissão via satélite que utiliza modulações diferentes do DVB-S, por isso os receptores DVB-S (QPSK) não indicam presença de sinal nas frequências com sinal DVB-S2 (8PSK).DVB-S2 utiliza o mesmo espaço em Mhz no satélite que o DVB-S, porém consegue transmitir mais informações, um canal poderia reduzir seu SR ao migrar pra DVB-S2 / MPEG2, ou seja, economizaria muito dinheiro.Exemplo: Um canal com SR 3255 e FEC 3/4 em DVB-S poderia ter SR até 30% menor em DVB-S2 e ter a mesma taxa de dados de 4,5 MB/s.Também há outra evolução ocorrendo, é a do sistema de compressão de vídeo (compactação).Atualmente utilizamos o MPEG2, mas muitos canais que estão migrando para DVB-S2 estão aproveitando para migrar para o sistema de compressão MPEG4 e com isso aumentar a qualidade de vídeo e reduzir o SR ao mesmo tempo, gastando menos dinheiro com a transmissão do satélite, pois o MPEG4 utiliza a metade da taxa de vídeo que o MPEG2, mantendo a mesma qualidade de imagem.A tendência é que no futuro os canais migrem para o sistema de transmissão DVB-S2 e com o sistema de compressão de vídeo (compactação) MPEG4.Atualmente a maioria dos canais em DVB-S2 / MPEG4 são codificados (de TV por assinatura, rede interna de canais ou canais de cursos), já os canais abertos na grande maioria ainda estão em DVB-S/MPEG2 (inclusive vários canais que estão entrando nos satélites estão neste sistema).A migração dos canais atuais para DVB-S2 / MPEG4 deve demorar muito tempo, pois exige um grande investimento na compra de novos equipamentos de transmissão e recepção, portanto quem tem receptor DVB-S não deve se preocupar, pelo menos nos próximos 5 a 10 anos (ou até mais, visto que aqui no Brasil ainda temos canais analógicos no satélite), pois os canais em DVB-S deverão "conviver" por muito tempo com os canais DVB-S2 nos satélites, assim como hoje os canais analógicos "convivem" com os digitais.Dúvidas comuns:-Uma transmissão em DVB-S2 pode utilizar compressão de vídeo MPEG2 ou MPEG4, igualmente as transmissões em DVB-S.-Todo receptor DVB-S2 / MPEG4 também recebe os sinais em DVB-S com compressão de vídeo MPEG2 ou MPEG4, além dos sinais DVB-S2 com compressão de vídeo MPEG2 ou MPEG4.-Busca automática poucos receptores DVB-S2 / MPEG4 tem busca automática e seus preços ainda são altos, os comercializados atualmente no Brasil não tem.-Poucos receptores DVB-S2 / MPEG4 recebem vídeos em 4:2:2, os comercializados atualmente no Brasil não recebem.-Todo receptor DVB-S/MPEG2 não indica sinal nas frequências com transmissão DVB-S2.
Artigo copiado do blog: exploradoresdesatelites.blogspot.com

segunda-feira, 15 de junho de 2009

EUA desligam sinais de tv analógica apartir de 12/06/09

NOVA YORK - As emissoras de TV americanas que ainda transmitem sinais analógicos terão que finalmente desligá-los na sexta-feira (12/06).
A data original do fim das transmissões de sinais analógicos (17 de fevereiro) foi postergada pela administração Obama, depois que os cupons de desconto distribuídos pelo governo para a compra de conversores se esgotaram, embora milhões de pessoas ainda precisassem deles.
De acordo com as autoridades, agora os EUA estão melhor preparados para a transição, mas mesmo assim espera-se que alguns espectadores se confundam com a mudança.
Cerca de 3.1 milhões de lares americanos estavam despreparados para receber sinais de TV digitais no mês passado, segundo pesquisa feita pela Nielsen. Esse total é a metade do número registrado em fevereiro.
Apesar de parecer que alguns americanos ainda não acreditam no final efetivo das transmissões de sinais analógicos, na semana passada o presidente Barack Obama reiterou: "Serei bastante claro: não haverá um novo atraso."
Aproximadamente metade das 1.760 emissoras de TV do país já desligaram seus sinais analógicos.

quinta-feira, 11 de junho de 2009

Sintonizando a TV Digital




"A revolução não está propriamente na TV e sim na interatividade da mídia digital", afirma Alan Dubner.



Com a chegada da TV Digital, o que muda?


Apesar de parecer que a TV Digital já existe, ela só será realmente efetivada em 2 ou 3 anos. Façamos um paralelo com a Internet. Criada no início da década de 60, ela só começou a ser realmente utilizada na década de 90 (no Brasil em 1997). Eu participei dos bastidores da chegada da Internet ao Brasil, quando a Cybermind lançou na COMDEX 1995 o primeiro CD-ROM tutorial, que ensinava a navegar na Internet, um cenário remotamente parecido com a Internet de hoje. Só agora, 12 anos depois, é que a Internet está realmente se tornando uma das mídias mais poderosas do planeta e realizando a sua verdadeira vocação: unir comunidades, tornar o conhecimento de domínio público, romper as barreiras (paredes da sala de aula) da educação, popularizar a distribuição de conteúdos, levar o turista para uma experiência inesquecível a um preço muito mais baixo, explicitar a virtualidade da moeda e permitir a unificação mundial, incluir e emancipar a população mais carente, integrar as medicinas e muito... muito mais.

Com a TV Digital será assim também: levaremos mais uns bons anos para torná-la viável em relação a sua verdadeira vocação: ser apenas mais um meio de transmissão e interatividade de conteúdo (digital). Assim, a revolução não está propriamente na TV e sim na interatividade da mídia digital, da qual a TV Digital é apenas um dos meios utilizados. A TV Digital não será responsável pela criação de novas linguagens. O que vai acontecer é que ela abrirá mais um espaço para essas criações. Ela terá a importância que tem um celular, um computador, um ipod, um outdoor digital, uma rádio. Na verdade, essa revolução já começou há alguns anos, mas só agora sentiremos sua força transformadora na cultura das mídias.

Do ponto de vista do padrão tecnológico, o único interesse, mais como curiosidade, trata de sua criação (HDTV) nos anos 70, da implantação nos anos 90, até os 2 bilhões de motivos para o governo brasileiro ter escolhido o padrão japonês (ISDB) ao invés do americano (ATSC) e do europeu (DVB). Mas nós, consumidores, não temos participação nisso, assim como ocorreu na escolha do Pal-M (sistema de TV) ou em outras decisões tecnológicas apoiadas em interesses políticos e econômicos do país. Portanto, tecnologicamente, só nos cabe escolher se vamos pagar R$ 400 pelo conversor, que deveria custar R$ 200 e que, na verdade, não serve para nada.

Mas em compensação, na questão mais importante dessa revolução digital que é o conteúdo programático, as propagandas e o consumo... aí sim, somos nós quem comandamos e cada vez mais de forma organizada e em rede. Seremos, em pouco tempo, uma rede social de relacionamentos que fará com que os fornecedores de conteúdo tenham que nos atender para que consigam a verba de seus patrocinadores. A Mídia Social (Social Media) como está sendo chamada essa rede, será a principal plataforma de relacionamento na TV, Internet, Celular, iPods, cinema, radio, e-books, computadores e outros meios de comunicação digital.

Migrações

Nesse ano e o no próximo teremos mudanças significativas: a verba da propaganda migrará, cada vez mais da TV para web (pesquisas inglesas mostram que em 2009 verbas para anúncios on-line superarão as da TV); o jornalismo, ao contrário de hoje, será totalmente regido pela demanda, o conteúdo conterá inúmeros links formando uma teia integrada de informações; a educação passará por uma gigantesca transformação e será bem mais interessante e eficaz; a medicina e as terapias em geral vão ter que aprender a lidar com essa nova realidade em que o paciente também sabe; o turismo já está sentido o poder digital, mas será ainda mais potencializado principalmente para os destinos “menores”.

Todos os setores da mídia passarão por uma mudança gigantesca. Refiro-me não somente à TV Digital, mas à convergência do meio digital como distribuidor de informações. Novamente: a propaganda e o jornalismo serão uns dos mais afetados. O que estamos vendo hoje está com os dias contados. O jornalismo diminuirá o caminho entre o fato gerador e a notícia e a importância das agências de notícias será bem menor. As agências de propaganda terão que entender muito de Mídia Social (Social Media) para conseguirem manter seus clientes. A maioria não está pronta para isso. Espero (e acredito) que esse novo meio digital permita uma maior interatividade entre as pessoas, as comunidades e entre as próprias mídias. Teremos uma mídia muito mais desenhada por quem consome do que por quem produz. Isso sim é o interessante dessa mudança!

O desafio, portanto, é muito mais aprender a gerar conteúdo dentro de uma nova cultura de TV Digital, do que propriamente de tecnologia ou equipamentos. A tecnologia está chegando muito antes do que os meios para utilizá-la. Basta olhar em volta e ver toda a tecnologia que os celulares, i-phones, i-pods, blackbarrys e tantos outros “brinquedos” oferecem. Mas ainda assim: quem usa tudo isso? Será que isso melhorou a vida de cada um de nós, ou está se tornando fonte de maior estresse? Como estão sendo utilizados pelas empresas? Qual a filosofia que está por trás de cada decisão estratégica? Com a TV Digital, o caminho é o mesmo: é preciso mudar a mentalidade.

Exemplo: hoje estamos assistindo ações que vão na contramão desse desenvolvimento, como por exemplo o projeto de lei 29/2007 proposto pelo deputado Jorge Bittar (PT/RJ) que quer obrigar as TVs por assinatura a transmitir 50% de conteúdo nacional em sua programação. Essa é uma iniciativa que não leva em conta que todas as transmissões do mundo estarão disponíveis para qualquer pessoa a qualquer momento. Para que perder tempo e dinheiro público com uma discussão que não terá efeito algum num futuro próximo? Quem vai escolher a programação será o próprio consumidor através dos mecanismos disponíveis no futuro que serão do tipo Bit Torrent (on-line), HD-DVD, Blu-Ray ou possivelmente algum que ainda não ouvimos falar.

Futuro

No futuro, vejo a Internet e a TV como uma coisa só, integrada. Atualmente, a Internet ganha de 10 a zero porque tem geração de conteúdo continuado. Esse caminho de transformação dependerá do modelo de negócio que esse mercado irá propor. Temos que esperar mais alguns anos para ver o que acontecerá. Se a TV Digital aceitar ser a principal vitrine do que já existe em convergência digital, então terá chances de liderar essa revolução em que teremos sistemas de emancipação digital (ao invés de inclusão), e-Learning (ao invés de EAD), lealdade do consumidor (ao invés de fidelidade) e outras coisas mais. Mas se a opção for por um modelo mais fechado (controlado), então acredito que levaremos anos para que a palavra "progresso" possa ser utilizada para a TV.

Eu sou otimista! Acredito que no futuro da TV Digital, cada um irá produzir a sua própria programação e irá escolher o conteúdo programático mais adequado. Quanto aos anúncios, serão escolhidos pela própria audiência para reduzir ou até zerar os custos de assistir. Para o mercado será maravilhoso porque o consumidor só vai escolher ver anúncios que tem interesse.

O mundo digital que está batendo à nossa porta não tem volta. A TV Digital é apenas mais um recurso. As ferramentas estão aí. O que precisa é realmente, mudar a mentalidade. E isso... só podemos torcer e fazer a parte que nos cabe!

O futuro que vejo é esse: sente-se confortavelmente em sua poltrona favorita, pegue seu controle remoto e parabéns, você está no comando da programação da sua TV! Faça boas escolhas!
Alan Dubner é diretor da Cybermind Comunicação Interativa, especializado em Marketing Digital, Pesquisa Digital e Internet.



TV de LCD ou Plasma?

Pronto. Você vê, acha fantástico e quer comprar logo. Ouve falar em Plasma e LCD mas não tem a menor idéia do que seja isto. O vendedor, por sua vez, vai querer lhe empurrar aquilo que a loja tem mais em estoque, aquilo que talvez seja algum "refugo" ou algo que possibilita, a ele, uma melhor comissão. Tem o aspecto, também, de alguns fabricantes que oferecem um "por fora" para que os vendedores indiquem os seus produtos, principalmente quando encalhados.
Mas você não vai comprar um equipamento para agradar ao vendedor, vai comprar o que é melhor para você.
É por isto que eu vou dar as explicações das diferenças entre uma e outra tecnologia, para a sua melhor informação.
Existem Vantagens e Desvantagem:
O TV de Plasma gasta bem mais energia elétrica que o LCD e a duração dele é bem menor que a do LCD. Em média, um TV de plasma vai durar de 5 a 6 anos, enquanto um LCD durará de 8 a 10 anos em sua casa.
Tem outro aspecto a considerar: O plasma costuma marcar a tela com determinadas imagens que permanecem muito tempo estáticas.
Quando você assiste a programação da Globo, por exemplo, nota que o logotipo dela fica exposto na tela, durante a programação, o tempo todo. Fica ali meio discreto, mas fica. O mesmo acontece com a Record, Band, SBT e quase todos os canais.
Pois bem: No plasma, a tendência é aquele logotipo ficar marcado ali naquele cantinho. Consta que nos modelos mais novos este problema foi resolvido, só que há determinadas marcas, famosas, que já pararam de fabricar televisores em plasma.
Conforme você sabe, a nossa televisão continuará, ainda, por alguns anos, produzindo programas no formato 4x3, ou seja naquele formato quase quadrado (nem tão retangular assim) dos nossos televisores convencionais. Quando você compra um televisor moderno destes, no formato 16x9, ou seja, o formato de cinema (bem retangular), para ver esta programação normal, que é no formato 4x3 conhecido de todos nós, terá duas opções: Escolher no controle remoto se quer o canal ajustado à tela inteira ou se quer vê-lo no formato como está indo ao ao ar, que é o 3x4.
Se escolher a tela inteira a imagem vai simplesmente alargar-se, as pessoas vão ficar mais gordas e tudo vai ficar mais esticado para os lados. Eu, particularmente, não aceito ver televisão desse jeito.
Mas se escolher o formato normal, o que vai acontecer:
O televisor vai ficar com duas colunas PRETAS em cada lado, porque a imagem ficará exposta no meio.
Agora veja o grande problema: No plasma a tendência é o centro do televisor se desgastar mais, a luminosidade, brilho e contraste vão ficando mais fracos ao longo do tempo e você verá uma imagem não muito interessante, quando tiver que assistir a um DVD, ou mesmo o HDTV, com as partes laterais com mais brilho e luminosidade que o centro que já estará "mais gasto".
No LCD isto acontece também, mas a incidência é incomparavelmente menor que no plasma.
Tem outro detalhe: O televisor plasma esquenta bem mais que o LCD. Quando você vê um filme numa sala fechada, porque quer escurecer o ambiente, a diferença é notável.
Um teste que você deve fazer na loja:
O televisor de plasma tem a vantagem de que o telespectador pode ver a imagem, igual, de qualquer lugar da sua sala, não apenas de frente. Em alguns televisores de LCD as pessoas, quando sentam nas pontas do sofá, não verão o mesmo brilho que vê aquela que senta bem de frente.
Por causa disto, quando for à loja, na hora de escolher, não se conforme em ficar olhando apenas de frente, vá para o lado, fique na diagonal e olhe para a imagem. Os modernos LCDs corrigem este problema, mas ainda há alguns modelos mais antigos que permanecem com ele.
Em síntese: eu sugiro que você compre um LCD, que é o chamado cristal líquido, o custo benefício é incomparavelmente melhor.
Não vá no papo do vendedor!!!!

Sharp lança modelos de TVs LCD com espessura de 3,4 centímetros
Por IDG News Service/Japão


Tóquio - Nova linha traz os modelos LCD mais finos do mercado. Para tal façanha, Sharp manteve externos os sintonizadores dos aparelhos.
A Sharp começa a vender no Japão, no dia 1º de março, uma nova linha de TVs LCD. Os modelos são os mais finos do mercado, com apenas 3,44 centímetros de espessura em seu ponto mais fino e 3,85 centímetros no mais largo, revelou a empresa nesta quinta-feira (24/01).As TVS têm menos da metade da medida dos outros modelos apresentados pela própria Sharp na mesma ocasião. O mercado, por sua vez, oferece equipamentos LCD com espessuras a partir de 10 centímetros.Veja também:> Fotos: veja os LCDs superfinos da Sharp> TVs do futuro serão mais finas, leves e dobráveis> Fotos: Protótipos das TVs do futuroRecentemente, durante o Consumer Electronics Show (CES 2008), a Sharp e fabricantes rivais, como a JVC, Hitachi e Panasonic, mostraram protótipos de TVs super finas.Para conseguir modelos tão finos, a Sharp separou o sintonizador do aparelho, mantendo um equipamento externo do tamanho de um videocassete.A série X têm modelos de 37, 42 e 46 polegadas. Este último custará no Japão o equivalente a 4.520 dólares.A Sharp afirma que as TVs serão vendidas em outros Países, mas ainda não tem planos concretos para a distribuição.Em um futuro próximo, a aparência das TVs será ainda melhor, graças a um transmissor de vídeo wireless - opcional. A unidade substitui o cabo HDMI, que liga o sintonizador à TV, dispensando fios.O sistema wireless é baseado em uma tecnologia proprietária criada pela Sharp, que opera em banda de 5GHz e envia um sinal HDMI para distâncias de até 20 metros - mas não funciona através de paredes. O kit wireless também começará a ser vendido no Japão em março, por 844 dólares.A Sony saiu à frente na batalha pelo lançamento da TV mais fina e começou a vender sua nova geração de TVs OLED - a XL-1 tem 11 polegadas e apenas 3 milímetros de espessura.
Martyn Williams, editor do IDG News Service, de Tóquio

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