sexta-feira, 13 de março de 2009

Televisão = Informação, comunicação e entretenimento

Televisão, de um começo estremecido a um veículo de massa
O princípio fundamental por trás da imagem da televisão é muito direto: na gravação de imagens de televisão, os níveis de brilho e saturação são convertidos sem sinais eletrônicos. Estes são então transferidos via aérea, cabo ou satélite para a televisão onde são convertidos em níveis de brilho correspondentes tornando-se visíveis na tela.
Os olhos humanos registram uma seqüência contínua de movimentos quando há uma freqüência de 16 imagens por segundo ou mais. Entretanto, com esta baixa velocidade, nós ficaríamos cansados logo, porque nossos olhos não podem armazenar as imagens que registram por muito tempo. Para garantir um “movimento fluido”, uma velocidade de até 50 hertz é necessária. A transmissão de 50 ou mais imagens por segundo excederia a transmissão disponível na área de freqüência e por isso a transmissão foi desenvolvida em imagens pela metade. Uma imagem inteira é separada em duas metades através de um processo conhecido como interlace (entrelace). As imagens pela metade são transmitidas exibindo as linhas pares e ímpares, com 1º, 3º, 5º e então 2º, 4º e 6º e assim por diante, com uma freqüência de 25 hertz para alcançar uma freqüência total de 50 hertz para a imagem inteira.
No final do século XIX, as pessoas já estavam trabalhando na questão de como uma imagem em movimento poderia ser escaneada e transmitida como um impulso eletrônico. O conceito foi testado com som e obteve sucesso, mas ainda era impossível transmitir imagens.
O estudante de Berlim Paul Gottliet Nipkow encontrou uma solução inicial em 1884. Usando um disco de rotação com buracos arranjados em espiral, ele conseguiu escanear uma imagem ponto por ponto tão rapidamente que poderia ser transmitida eletronicamente.
Entretanto, a recepção ainda era um problema. Naquela época não havia corrente potente o suficiente para iluminar a tela.
Antes do final do século XIX, foram feitas tentativas para encontrar alternativas: físicos experimentaram com raios de elétron emitidos de catódios em tubos de vidro que eram concentrados através de aberturas para produzir sinais fluorescentes. Forças elétrica e magnética podiam ser usadas para dirigir estes elétrons para qualquer parte de uma camada fluorescente, que amplificava o brilho do raio.
Em 1897, Karl Ferdinand Braun inventou o “tubo Braun” que ainda é o componente central da maioria das televisões de hoje em dia. O tubo de raio de catódios fornece uma imagem com melhor qualidade em comparação aos discos mecânicos.
Os primeiros dispositivos de câmera de televisão de sucesso foram o iconoscópio, um dissector de elétrons inventado pelo físico Vladimir Kosma Zworykin em 1923, e o dissector de imagem desenvolvido um pouco mais tarde pelo engenheiro elétrico americano Philo Taylor Farnsworth.
Em 1928, uma imagem da televisão foi apresentada para um público maravilhado na Exibição de Rádio de Berlim. Entretanto, eles tiveram que olhar bem de perto, já que imagem só tinha quatro centímetros de tamanho. O primeiro grande evento envolvendo um novo veículo de mídia foram os Jogos Olímpicos de 1936, que foram transmitidos com o uso da primeira câmera externa para transmissão ao vivo.
Após a Segunda Guerra Mundial, a televisão finalmente conquistou o seu lugar na sala de estar de nossas casas. A TV em cores foi introduzida nos Estados Unidos e em outros países nos anos 50 e em 1967 na Alemanha. A televisão de hoje é caracterizada pela qualidade de imagem brilhante e uma grande variedade de canais. O futuro próximo nos trará televisões digitais e interativas com jogos, mensagens de texto, banco e comércio eletrônico. Mas a velha e boa televisão está aqui para ficar.
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